Eso Aquioo...

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Portinari, Cândido. Retirantes, 1944.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Portinari, o gênio artístico

Paz (painel da ONU) , 1952 - 1956
Aqui está um rol das obras de um gênio brasileiro no ramo das Belas Artes, Cândido Portinari. Sua obra é reconhecida internacionalmente. Há um enorme painel na sede da ONU, em Nova Iorque, pintado por ele. (fotografia ao lado)

Sua obra conta a versão artística de nossa História. Podemos atestar isso em Retirantes, em O Mestiço e Lavrador de Café (ambos de 1934).

"Como relata o historiador Tadeu Chiarelli, Portinari, no início da carreira, declara a intenção de criar uma pintura caracteristicamente nacional, baseada em tipos brasileiros, manifestando admiração pela obra do pintor ituano Almeida Júnior (1850 - 1899). O ideal de Portinari encontra apoio nas idéias do escritor e crítico Mário de Andrade (1893 - 1945), que defende a necessidade da criação no Brasil de uma arte nacional e moderna. Como nota Chiarelli, para Mário de Andrade, em grande parte de suas pinturas, Portinari não está preocupado em retratar um brasileiro determinado (como faz Almeida Júnior no fim do século XIX), mas o brasileiro. Ao superar a pintura regionalista de Almeida Júnior, que antecede o modernismo, Portinari produz uma obra que possui esse caráter nacional e moderno, não apenas pelos temas tratados mas também por suas grandes qualidades plásticas." [retirado daqui!]

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A Era dos Extremos, ou o longo século XX


Apesar da famosa referência (Militares do 28º regimento erguem bandeira norte-americana no alto do Monte Suribachi, na ilha japonesa de Iwo Jima (Foto: Joe Rosenthal/AP), datada da Segunda Guerra Mundial (SGM), foi ainda logo após a Primeira Guerra Mundial (PGM) que o mundo conheceu uma mudança nos rumos do comando político do planeta, pois anteriormente era a Inglaterra a fazer as vezes de superpotência, exibindo seu poderio econômico e militar. Uma expressão de seu imperialismo ficava evidente na frase conhecida como "The Empire on which the sun never sets", isto é, "O Império no qual o Sol nunca se põe" (tradução livre), fazendo referência aos países conquistados pelos ingleses mundo afora. Com o fim da PGM, em 1818, passam a ser os EUA a exercerem tal papel, e até hoje aí estão. Embora com esta última crise econômica (2009), é bom dizer, os americanos tenham perdido muito de seu poder de persuasão, economicamente falando. Militarmente, porém, permanecem imbatíveis.